9 de março de 2011

Alguém como ninguém.

Numa noite, como qualquer outra. Um fim de noite, sem lua e sem estrelas, a rua não faz um único barulho alto o suficiente para chamar a nossa atenção. A música dos alto falantes do computador ao fundo de uma conversa de msn. Um grande e querido amigo, falando sobre saudades. As risadas e os sorrisos bobos que damos só pela pessoa estar ali e ao mesmo tempo não, por estar longe. Ele começa um assunto sobre nostalgia.

Uma nostalgia que nunca teve. Algo para pensar, mas que nunca viveu para sentir essa nostalgia. 
Perguntei, como assim? Como você pode sentir essa nostalgia por algo que nunca viveu? 

Dai ele me respondeu: "Não sei se é nostalgia ou vontade mesmo...  Mas queria viver aquele namoro no qual ficam os dois em casa, num domingo em um tarde de frio, no sofá, em baixo da coberta sentados... comendo pipoca e vendo comédia romântica, os dois de moletom. Isso que é namoro de verdade pra mim." 

Depois que ele me falou isso, fiquei pensando. Todos nós queremos isso. Mas só vivemos aventuras, vãs, uma coisa que não é saudável. Faz mal. 

Respondi pra ele que entedia completamente. Que também queria alguém que em um dia qualquer, caminhando em qualquer lugar, nós dois não precisávamos conversar. Já que em certos momentos diálogo é só uma parte mínima, um sorrindo do sorriso do outro, rindo do riso, se declarando com o olhar. 

Pensei exatamente nisso e corri para cá, por em prática, traduzir o que eu sentia em palavras.

Dai, aqui, lendo o que escrevi, pensando em tudo o que eu sempre escrevo. Essas histórias cheias de romances, onde tudo dá errado, mas no final os dois sempre acabam juntos... Será que essa nostalgia que meu amigo falou pode mesmo acontecer?

Esse amor realmente existe? Esse garoto que está do lado de todas essas nostalgias existe? 
Será que não é só imaginação de um romance adolescente? A realidade consegue ser tão cruel com os corações?

À uns cinco dias atrás, escrevi uma coisa no tumblr, era exatamente assim:
 
"Ela: Vou me distanciar dele, ignorá-lo. Por mais que eu o queira por perto, quero saber se ele sente a minha falta, se sou só mais uma na vida dele. 

Ele: Talvez, se eu me afastar um pouco. Fingir que não ligo, ela possa vir pelo menos me dar um “Oi”, por mais debochado ou frio que seja. Já é algo… quero saber se sou mais um na vida dela."

Esse textinho sem sentido, feito em base de uma música, teve 10 notas. O que me surpreendeu no começo... mas a décima nota me fez pensar. Por que? Ela veio acompanhada de um comentário, pequeno e direto.

"Algum homem pensa isso?"

No mesmo instante que eu li, fiquei olhando para a tela do computador pensando: "Boa pergunta, realmente uma boa perguta."Se alguém do sexo oposto que lê este blog, manisfeste-se e responda. Nem que seja por gratidão.

Bem, boa noite e boa sorte




5 comentários:

  1. Quero acreditar que está pessoa exista. Alias, eu sei que ela existe. As vezes eu penso que até sei mesmo onde encontrar, mas tenho medo. Sei lá, bobeira minha, mas tenho. Nossas conversas noites a dentro sempre nos fazem pensar, não? Incrível isso. Temos que ver a grama crescer mais vezes. *-* Mas de fato, não sei o que comentar... ><

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  2. Realmente,qm eh q nunca quis viver um amor assim neh?Eu queria e quero ainda rsrs
    E eu até acho q exista um homem q pense como vc escreveu no textinho,mas acho q eh um em um milhao =/

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  3. Prazer, um em um milhão. õ/
    OAIOASIOAIOSAISAIOSAOISAO

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  4. apesar dos meus 19 anos, nunca fui de ficar saindo pra festas baladas, encher a cara e pegar quantas puder em uma noite, acho q sou como esse seu amigo, eu ainda acredito no namoro onde apenas os olhos falam e os corações entendem.

    posso perguntar qual seu usuário no tumblr

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