23 de novembro de 2011

Um, dois e três.



Estou preferindo poucas palavras ultimamente, já que inspiração vem sido pouca e ando cercada demais de barulho. Informação demais em minha mente, conturbada e os olhos confusos. Dor de cabeça e desencontros... tudo anda muito... presente? Não, palavra errada. Tudo tem andado estranho. Só eu tenho achado que o mundo vem parecendo com um ar diferente? Inspirações esquisitas?
Enfim, (Por que não usar a palavra que eu mais tenho usado?) nada como o tempo para por tudo no lugar. Mais um ano vai fechar, um ciclo vai concluir e ainda tem tantos caminhos para seguir... não é? Afinal, quando é que as estrelas vão voltar a brilhar?

21 de novembro de 2011

19 de novembro de 2011

Feliz aniversário, papai.
Eu te amo, muito. 

18 de novembro de 2011

Mudando levemente.



Uma coisa que eu não posso negar é que a minha vida está mudando. Não da água para o vinho, ou coisas do tipo. E sim como em uma evolução. Vai haver a necessidade de se acostumar com o novo ambiente, conhecer pessoas novas, conhecer novas coisas... quem sabe até mundos, não é?

Estou realmente ansiosa para isto, por mais que eu esteja nervosa e com o estômago congelado apenas por pensar. Pressentimentos bons e pensamentos positivos, é tudo o que eu sinto e quero agora.

E algo além nessa questão de mudanças, estou ansiosa para o que o destino vai me tornar, melhorar, ou seja lá como queira interpretar... Me ajudando, cooperando, tentando manter a mente e o coração tranquilos. A única coisa que não posso esquecer é que só tenho dezessete anos, e que muita coisa ainda vai acontecer. E que eu não preciso ser sempre madura, sem sempre coerente, sempre na linha e sempre realista.

Levemente mudando, é sempre bom uma mudança, concorda?

1 de novembro de 2011

Gunslinger.

O fato é que muita coisa não me faz muito bem. Amo muitas coisas que já não me fazem bem, como bandas, lembranças demais para uma mente tão pequena. Hoje não estou muito bem, sentimentos estranhos, e tudo o que me parecia tão claro ontem, já não é mais hoje. Estou uma confusão, e a única coisa que eu queria agora, é que abrissem a porta e me vissem pulando assistindo o show que me trás tantas nostalgias e me falasse: "vamos embora". Pegasse minha mão, e me levasse para qualquer lugar.

Qualquer lugar, mas bem longe daqui. Só por alguns dias.