30 de março de 2011

Vamos lá gente. 
Na outra linha, parágrafo, abre aspas: "verbo inexistente".

29 de março de 2011

01h01m.




A noite estava fria por consequencia da neve que caía lá fora. O clima do inverno de Karakura não estava normal desde o ano passado, e parecia que só estava piorando a cada dia. 
Já passara da meia noite e Rukia ainda não conseguira dormir. Antes de dormir estava com tanto sono que se sentasse no chão dormiria no assoalho frio em segundos... mas quando finalmente deitou, perdeu completamente o sono e agora só se divertia com a sombras que os flocos de neve faziam na janela, implorando mentalmente que eles a deixassem sonolenta. 

Mas isso não acontecera. 

"Droga..." Resmungou virando-se no colchão. Arrumou as costas e se pôs a fitar o teto branco. Tedioso e branco... perfeito para lhe trazer o sono. Mas novamente não aconteceu. A baixinha já estava desistindo de pegar no sono quando ouviu passos se arrastando no corredor.

Automaticamente encostou as costas no travesseiro, um pouco assustada, afinal, não era sempre assim que acontecia nos filmes de terror? Uma garota indefesa dentro do quarto. Um assassino, ou um zumbi vingativo, se arrastando no corredor pronto para comer o seu cérebro com garfo e faca. 

Os passos que se arrastavam aumentaram conforme os segundos passavam. Seu coração parou na boca. A unica porta depois do quarto de hóspedes onde estava tentando dormir, era a dos pais de Ichigo... E os dois já estavam dormindo há um bom tempo. 

Sentiu perder o ar quando sua porta rangeu lentamente, sendo aberta completamente e mostrando uma figura alta e particularmente sonolenta. Rukia tapou um grito, os olhos arregalados e assustados.

"O que raios está fazendo aqui?!" Rukia se controlou para não aumentar mais o tom de voz. Conseguiu ver o rosto do ruivo por causa da claridade da rua, mas mesmo assim fitá-lo na escuridão ainda estava confundido-a. 

"Eu não estava conseguindo dormir..." Falou entrando no quarto lentamente, coçava os olhos a todo instante. 

"E isso é problema meu?!" Perguntou tentando recuperar os batimentos cardíacos. Depois daquele susto o resto que tinha de seu sono tinha ido para o espaço. 

"Me dá um espaço..." Pediu já subindo na cama de solteiro.

"Espaço? O que você está pensando? Que vai dormir..."

"Sim, com você. É isso mesmo que eu estou pensando, idiota." Falou com sono demais para se sentir irritado, ou deixar que a irritação de Rukia o deixasse nervoso. 

"Ei!" Reclamou alto, tentando empurrar Ichigo para longe. Mas isso não impediu que ele deitasse entre suas pernas, repousasse a cabeça no seu colo e a abraçá-la. "Ichigo!" Urrou entre os dentes, ameaçando em se levantar, em vão. Continuou na mesma posição e se encontrou prisioneira na própria cama. "Por que você não abraça um ursinho? É bem mais proveitoso..."

"Um urso não tem um coração..." Respondeu lentamente, os olhos fechados, e a respiração no mesmo compasso que a da morena. 

"Essa é a graça..." Falou com os braços perdidos ao seu lado. "Não ter um coração e nem respirar."

"Na verdade, isso faz perder toda a graça." Ichigo ainda tinha os olhos fechados e falava lentamente. "Enfim..."

Ela não sabia dizer se já havia passado segundos ou minutos. Mas só agora estava se dando conta de que o ruivo estava abraçado à si, e daqui a pouco iria se render ao sono... E só naquele instante se dera conta de que estava admirando seu cabelo laranja se movimentar conforme sua respiração. Ele estava perto demais, mais do que os dois consideravam normal. 

O perfume amadeirado dele já embriagara seu quarto completamente, de uma forma ou de outra, não tinha muitas escapatórias. 

"Você também não estava conseguindo dormir?" Ele perguntou a surpreendendo. As suas mãos estavam coçando para mexer em seu cabelo. Sua cor era tão curiosa, até na escuridão de uma noite de neve.

"Uhum..." Respondeu. Suspirou um pouco mais fundo e ergueu as mãos, e para não se arrepender em poucos segundos, permitiu tocar-lhe os cabelos. 

"Você quer que eu durma mesmo, não é?" Ichigo falou em um tom divertido. 

"Idiota..." Xingou-o sem parar o cafuné. A outra mão livre acabou em cima das costas dele. Como havia dito, não ia ter saída. 

Os dois se calaram e novamente perdeu a noção do tempo. Ichigo relaxara e sua respiração já estava calma, provavelmente dormira facilmente. Já, Rukia, não soube exatamente quando pegou no sono. Só se dera conta de que o que acontecera de madrugada fora real quando acordara com o ruivo na mesma posição de antes. Um sorriso preencheu seus lábios e a pergunta do "por que dele ter ido deitar com ela" ficaria para mais tarde... Mal ela sabia que o relógio,que apontava exatamente 01h01m, respondia à sua pergunta com um simples verbo: Ama-te. 
Estou sem palavras para me descrever esta noite. 

27 de março de 2011

Me ouça.

Estou me sentindo em um filme, onde tudo acontece em câmera lenta. Os sentimentos tão presentes que meus olhos ficaram vazios, a dor no peito tão constante. O coração apertado e o ar escapando dos pulmões.
A melodia toca devagar e triste aos meus ouvidos, a nostalgia e as sensações tão reais e tão cruéis. Cruel? Cruel porque dói. Dói e as lágrimas chegam aos meus olhos.
Banham meus orbes escuros, lavá-los não é a solução agora. As pessoas tentam confortar, mas não há nada que você possa fazer, você sabe disso, então não tente. Quando eu falar, simplesmente pot querer falar, me deixe dizer. Me deixe desabafar tudo, me ouça calmamente, os olhos grudados aos meus... mesmo que eu esteja chorando, mas me olhe nos olhos. Não precisa sorrir, não precisa dizer palavras bonitas. Se você quiser, me abrace forte, se eu evitar, continue me abraçando. Me force. Mas me abrace. Se não quiser me abraçar... me ouça, e diga que você vai estar ali. Vai preencher, pelo menos um pouco, desse vazio que eu sinto. Desse hiato que está no meu coração. Que pesa tanto na minha mente, que corrói minha garganta, que faz meus olhos chorarem. Querido, dói.
Minha voz não sai. Rouba minha vontade de continuar, nem que seja por um segundo, mas nesse segundo... tão pequeno e insignificante para você, é onde estou completamente sem chão. É exatamente o segundo onde mais preciso de uma luz, porque, bem nesse segundo eu só enxergo escuridão.
Mostrar-me forte para os outros está me cansando, detonando a minha alma, dislacerando meu coração, rasgando meus pulmões. Não me pergunte se estou bem, não quero mentir. Nem a ti, nem para mim.
Há horas que eu estou no automático, penso mas não realmente. Faço mas não presto atenção. Mas quando me dou conta... essa dor volta. Essa falta, essa presença que me faz tanta falta. Como se aos poucos eu me desse conta... Cadê o seu sorriso? Cadê o seu abraço? Cadê o senhor me dizendo que me ama?
Eu poderia até dizer que te quero aqui, o que é a verdade, mas não posso. Não posso desejar algo tão egoísta. Você queria, algo além do nosso pensamento assoprava a sua chama, dando um ponto final na sua vida e um 'é hora de seguir em frente' para mim.
Mas deveria doer menos. Doer muito menos. Sou forte e me mostro forte. Mas há aquela fraqueza, aquele momento que você diz 'chega' e deve mostrar ao mundo que você é humano.
Humano é ter sentimentos, sentir dor, fraquejar por deixar as lágrimas de dominarem... o soluço que vem, o grito de agonia que acompanha. É muito mais complexo do que se imagina. É muito mais dolorido do que se pode descrever.

25 de março de 2011


Consegui chegar à uma conclusão. 
Se vão considerar ela boa, não está me incomodando tanto. 

Você é tudo o que eu quero, porque você é tudo o que eu não sou. 
Frase de uma fanfic dramione.

22 de março de 2011

Aleatórias, parte 2.





Parem o mundo, eu quero descer. 

Cuidado, perigo.

Tenho esse defeito, maldito defeitos. Sabe, não falo o que eu sinto. Pelo menos não diretamente, e é isso que me mata. Guardo, penso demais, mastigando tudo aquilo, e depende se engulo ou não.
E quando eu não engulo, faço as coisas sem pensar, pelo menos não o que eu acho suficiente. Depois que eu falei penso e penso, "ah, não foi tão péssimo assim".
Mas depois das explicações, depois das conversas que tive com a minha rainha, descobri que não sei de mais nada.

A única coisa que descobri essa noite foi que: Eu não sei fazer outra coisa do que alimentar o meu nervoso e minha ansiedade.

Pois é, não quero estudar, não quero fazer nada. Desanimo? Esse dom estou dominando como nunca.

Forget it.

Preso na garganta.

Se é pra falar de coisas que machucam, ok, então vamos lá.
Sabe, não sei se é a sua intenção, não sei mesmo. Mas só sei que a minha reação é tremer,
sentir aquela raiva na garganta, a vontade de te falar tudo o que eu penso... chamam isso de ciúmes?

Ok, então eu sou muito ciumenta.

Mas por que sempre tem um abismo entre nós? Isso me irrita. Até mais do que eu gostaria.

15 de março de 2011

Achei meu irmão gêmeo,


Igualzinho né? Até o cabelo manolo... Tenho raízes Hippie. OSIAISIASIAISAI'

3 pontos.

Primeiro: Ou ele não foi.
Segundo: Ou ele não sabe o que fazer.
Terceiro: Ou ele é um idiota completo, como sempre mostrou que é.

Camila Turista. 

14 de março de 2011

É nessas horas que vemos quem se importa de verdade com você. 

Piada fail, I

Se você ficar comigo te faço esquecer o João. "Que João?" Viu? Ja até esqueceu!

13 de março de 2011





É. 
Estou estressada mesmo. 
E sim, vou comer, porque sou gorda e é a minha função. 

Grata.

Barulho, me dá um tempo, okay?

Atenciosamente, Larissa.

12 de março de 2011

Mas o meu amor é maior que o infinito!

Pai, eu sinto tanto a sua falta. Abrir a porta e não te ver mais sentado na cadeira do computador ou na poltrona, assistindo The History Channel, nem tão interessado... já que o senhor sabia fazer melhor do que aqueles homens... Mas, não te ver mais...

Não dói mais, pelo menos não tanto como antes. Mas essas saudades, esse fato que é tão difícil de aceitar... não consigo mais chorar. Por que, pai?

O senhor está me fazendo tão forte. Deus está me confortando tanto. Por que? Pela mamãe? Sim ou com certeza? Machuca tanto ouvir ela falar como o senhor se foi, machuca, ela abre aquela ferida que está tentando se catriquizar todo o tempo. Ela nem percebe.

Eu não quero ouvir. Não quero lembrar. Porque, eu vi.

O senhor sabe que não lembro do senhor daquela forma. E sim de chinelo, a bermuda jeans surrada e suas camisetas de botões. Sua carequinha oleosa, seu nariz de batata...

Não vou questionar porque o senhor se foi. Não é algo a se fazer, afinal, questionar e não aceitar, é algo que está fora do meu dicionário... Só que é tão difícil.

Pai 'cê me ama? Sério, mas que tamanho é? Tão grande que teve que ultrapassar o espaço? Ih, eu te amo mais.  


Todos os dias o mesmo diálogo. As músicas: Acorda, maria bonita, acorda para tomar café!
As piadinhas sem muita graça e quando estávamos entrando no carro para ir pra escola? Senhores passagueiros, estamos fazendo a última chamada para o destino Ateneu São Vicente, ala Edifício Marina. 


Isso só está me fazendo chorar. As lágrimas marcando o meu rosto sonolento. Mas o que eu posso fazer? É amor. Muito amor. Amor demais. Transborda, e é traduzido em lágrimas, em um choro silencioso.

Pai, paizinho, vou te honrar tanto. Tanto, mas muito! Lá de cima o senhor vai dizer pra todo mundo ouvir: EI! TÃO VENDO AI? É A MINHA MENININHA! MINHA CAÇULA!

Obrigada por tudo, Pai. O senhor só me tornou forte, inteligente (claro, com esse seu cérebro de Einstein eu tinha que puxar um pouco né!), talentosa e capaz. Me ensinou a amar tanto, tanto. Eu prometo que vou cuidar bem da mamãe, estou sendo forte por três: Pelo senhor, por mim e por ela.

Eu te amo, muito e incondicionalmente, mais que a todo e todos o mundo.


Nunca deixarei você cair,
eu estarei de pé com você eternamente.
Eu estarei lá por você do começo ao fim de tudo.

Expectativas.

Não me entendo, sinceramente. Penso uma coisa em um minuto, falo pra mim mesma "é isso ai!", mas passa duas horas e caio. Simplesmente caio, fraquejo. E não me dou conta no momento, só depois que paro, e vejo que mal consigo cumprir uma promessa à mim mesma.
E é por isso que tudo o que mais desejo parece estar tão longe de mim. A cada dia, a cada minuto.

Quero tanto alcançar isso. Tocar, ver que consegui... Mas eu vivo falando "ainda me resta as esperanças e bláblá" vou colocar essa frase em prática, tudo em prática.

Não é nem meio que cansei. Cansei completamente.

9 de março de 2011

Logan Lerman, parte 1.


Não sei o que é mais bizarro. Primeiro, gostar tanto de alguém que nem me conhece, e nem sabe que eu existo; Segundo, sentir ciúmes por esse rostinho lindo estar sendo popularizado.

Não é amor platônico, mas se fosse também, eu não ia me importar.

Sim, você mesmo.

Não seja prepotente. O mundo não gira ao seu redor. Muito menos eu giro ao seu redor. 
Desça do cavalo, e me mostre que você pode ser sim uma pessoa melhor. Não com essa personalidade que as pessoas dizem que você tem, porque, eu ainda não conheci essa sua face.
Então, poupe-me e não me mostre. 

Grata, uma quase sortuda. 

Alguém como ninguém.

Numa noite, como qualquer outra. Um fim de noite, sem lua e sem estrelas, a rua não faz um único barulho alto o suficiente para chamar a nossa atenção. A música dos alto falantes do computador ao fundo de uma conversa de msn. Um grande e querido amigo, falando sobre saudades. As risadas e os sorrisos bobos que damos só pela pessoa estar ali e ao mesmo tempo não, por estar longe. Ele começa um assunto sobre nostalgia.

Uma nostalgia que nunca teve. Algo para pensar, mas que nunca viveu para sentir essa nostalgia. 
Perguntei, como assim? Como você pode sentir essa nostalgia por algo que nunca viveu? 

Dai ele me respondeu: "Não sei se é nostalgia ou vontade mesmo...  Mas queria viver aquele namoro no qual ficam os dois em casa, num domingo em um tarde de frio, no sofá, em baixo da coberta sentados... comendo pipoca e vendo comédia romântica, os dois de moletom. Isso que é namoro de verdade pra mim." 

Depois que ele me falou isso, fiquei pensando. Todos nós queremos isso. Mas só vivemos aventuras, vãs, uma coisa que não é saudável. Faz mal. 

Respondi pra ele que entedia completamente. Que também queria alguém que em um dia qualquer, caminhando em qualquer lugar, nós dois não precisávamos conversar. Já que em certos momentos diálogo é só uma parte mínima, um sorrindo do sorriso do outro, rindo do riso, se declarando com o olhar. 

Pensei exatamente nisso e corri para cá, por em prática, traduzir o que eu sentia em palavras.

Dai, aqui, lendo o que escrevi, pensando em tudo o que eu sempre escrevo. Essas histórias cheias de romances, onde tudo dá errado, mas no final os dois sempre acabam juntos... Será que essa nostalgia que meu amigo falou pode mesmo acontecer?

Esse amor realmente existe? Esse garoto que está do lado de todas essas nostalgias existe? 
Será que não é só imaginação de um romance adolescente? A realidade consegue ser tão cruel com os corações?

À uns cinco dias atrás, escrevi uma coisa no tumblr, era exatamente assim:
 
"Ela: Vou me distanciar dele, ignorá-lo. Por mais que eu o queira por perto, quero saber se ele sente a minha falta, se sou só mais uma na vida dele. 

Ele: Talvez, se eu me afastar um pouco. Fingir que não ligo, ela possa vir pelo menos me dar um “Oi”, por mais debochado ou frio que seja. Já é algo… quero saber se sou mais um na vida dela."

Esse textinho sem sentido, feito em base de uma música, teve 10 notas. O que me surpreendeu no começo... mas a décima nota me fez pensar. Por que? Ela veio acompanhada de um comentário, pequeno e direto.

"Algum homem pensa isso?"

No mesmo instante que eu li, fiquei olhando para a tela do computador pensando: "Boa pergunta, realmente uma boa perguta."Se alguém do sexo oposto que lê este blog, manisfeste-se e responda. Nem que seja por gratidão.

Bem, boa noite e boa sorte




8 de março de 2011

Crescendo.



É engraçado como paramos para pensar em vemos que o tempo está passando, junto com os anos e mal reparamos. Reparar, reparamos sim... no final do ano, quando todo mundo concorda quando você diz "Nossa, esse ano passou tão rápido, não?" dai com um aceno de cabeça acompanhado com a resposta "É verdade, lembro como se fosse ontem o natal passado".


E isso tudo por um ano só. Mas imagine, dois e mais?

Quando pegamos um cachorro para cuidar, ele cresce rápido e não é mais um filhote. A patinha está mais áspera e mais gordinha, e passando os anos, você repara que o seu cachorro, tão amado e querido já está com pelos brancos no bigode. Seis anos.

É engraçado por não ser hilário. É engraçado para não dizer assustador. As coisas crescem, plantas, as pessoas ao nosso redor... nós crescemos, só que demoramos para perceber.

Nosso corpo fica diferente, nas mulheres o seio cresce, nos homens a voz engrossa. O que antes era um pensamento bobo, agora vira um pensamento malicioso. Nosso jeito de pensar e de agir. Muitas pessoas descobrem coisas que nunca imaginaram em si mesmas. Dons, hábitos, seja lá o que for.

Bizarro, não engraçado.

Bizarro porque é engraçado pensar que tudo não fica na mesma, nada fica parado no tempo. E os que ficam parados no tempo, vão se degradando, morrendo aos poucos...

Confesso que se eu pensar muito nisso, corro um sério risco de pensar em excesso e criar hipóteses mirabolantes que fariam qualquer professor de filosofia erguer a sobrancelha e dizer: "Já tentou ir à um psicólogo, querida?"  E de uma coisa eu tenho certeza, não sou a única.

Boa noite, sortudos!