16 de maio de 2011

Amor! Óh, doce amor!



Amor? Pode soar revoltado ou como você quiser interpretar, mas não ligo mais. Sabe, são tantas feridas por cima de feridas, fulas e que sangram por alguém que não merece.

Cansei.

Sim, cansei. Simplesmente e desta maneira crua e pura. Para quê? Sofrer pelos cantos, me irritar facilmente só por "você não vir falar comigo", ficar procurando seus olhos toda vez que saio na rua.

Quer saber? Sumi. Sumi do nada, de repente, desapareci.

Nunca corri atrás e não vai ser agora que vai ser. Vou ficar do lado de quem gosta de mim, de quem me quer bem, de quem se importa comigo. Aquelas pessoas que querem me fazer rir quando estou na fossa, aquelas que me abraçam, me dão força e que falam:  "Para de ser idiota! Erga essa cabeça!".

Não estou sozinha, e isso é bom de sentir.

Se não aconteceu nada, não era para ser. Se for acontecer algo, que não seja agora. Mas só peço pelo amor do grandioso Deus, (seja lá onde ele esteja, seja lá o tamanho de sua força) eu peço todas as noites:

"Tire esta criatura da minha vida. Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo, amém."

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