1 de dezembro de 2011
Pequena Abelha, de Chris Cleave
Lembro da primeira vez que vi este livro nas livrarias. Um laranja que atrai, uma capa marcante, logo fui até ele e li a contra-capa: "Depois de ler este livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como esta narrativa se desenrola."
Para quem me conhece, já imagina que me corroí de curiosidade, e só me acalmei quando vi ele na minha prateleira (obrigada, Borracheira!) prontinho para ser lido. E bem, confesso que não me dediquei muito no começo, provas e vestibulares, decidi deixar os livros de lado. Mas foi só eu sair de férias que simplesmente mergulhei neste livro laranja e me apaixonei pelo jeito que Chris descreveu tudo, os cheiros (eu cheguei a sentir o cheiro de chá em algumas longas páginas), as formas, a inocência, nas partes que me fizeram rir, e as filosofias da querida Abelinha... e até o desespero e a agonia que a narrativa envolve, eu fui capaz de sentir intensamente.
É, como está escrito na contra-capa "Ambicioso e arrojado","Impressionante"... E deve ser ainda mais por não se poder falar muita coisa, não poder aprofundar... enfim, estou limitada em dizer qualquer algo sobre o livro, como já sabem. Então só deixo a oportunidade de mergulharem nessa -eu posso colocar o adjetivo "linda", mas ainda assim, não vai ser o bastante, quem sabe- extasiante história de Chris Cleave e se deixarem encantar por todos os detalhes, assim como eu fiz.
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